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17 anos depois da morte do rapper Sabotage sua história vai para o Cinema

Sabotage, rapper brasileiro, assassinado a quatro tiros, no dia 24 de Janeiro de 2003, por desconhecidos, vai ser homenageado numa longa-metragem orçada em R$ 9 milhões.

17 anos depois da morte do rapper Sabotage sua história vai para o Cinema

A informação foi avançada pela Zazen, produtora de José Padilha, director de Tropa de Elite, que narrar sobre a vida do rapper Sabotage, nome artístico de Mauro Mateus dos Santos Filho.

Numa informação que o Underground Lusófono teve acesso, o rapper fez parte do elenco do filme O Invasor, do director Beto Brant. “Ele viu um vídeo em que eu cantava com o grupo RZO. E ele pensou ‘esse cara é louco'”. Mas a insanidade pareceu lógica para o director de Acção Entre Amigos e Os Matadores, que convocou Sabotage para uma entrevista. Durante a conversa, Brant apresentou o músico a Paulo Miklos, cantor do Titãs que encarnou Anísio, o protagonista de O Invasor. “Eu não conseguia parar de rir da cara dele!”, diz Sabotage. Apesar da descontração, o rapper fez questão de palpitar no roteiro da produção, apontando erros em relação à vida na periferia. Acabou consultor técnico e “treinador” de Miklos na área de fala e gírias. O roteiro da fita foi escrito por Brant e Renato Ciasca em parceria com o autor do livro O Invasor, Marçal Aquino. Para Sabotage, Aquino reflete com perfeição o dia-a-dia da periferia. “Ele não esconde nada, eu acho isso muito bom. Eu li aquele livro dele, o Faroestes e é veridicão. Aquela placa com os tiros na capa…”, contou, lembrando que o escritor é também uma inspiração. “Eu quero chegar à idade dele do jeito que ele é. Eu chamo ele de garotão. Ele é ligado, comenta as coisas que viu. Por isso faz os livros daquele jeito.”

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